- Alforrecas – Cuidados a ter
- - Tipo de Medusa (descrição o mais exacta possível – Se for uma criança procure e observe a medusa).
- - Idade, peso e condição do paciente.
- - Hora em que ocorreu a picada.
Publicado a 4 de Setembro de 2008 · há 4 respostas a este assunto.

Alforrecas nas Praias do Litoral Oeste – Cuidados a ter
Nome Português: Caravela Portuguesa Nome Inglês: By-the-wind-sailor (Portuguese Man-of-war) Espécie: Velella velella
Precauções em caso de avistamento: Não tocar. Evitar o contacto directo, sobretudo com os tentáculos colocados na parte inferior do flutuador. Avisar o Nadador Salvador ou as entidades competentes da Capitania.
Precauções em caso de contacto: Se for nas mãos, não tocar no próprio corpo nem noutras pessoas para não propagar a queimadura. Ter sobretudo atenção com as mucosas. (Lábios, Genitais¸ Olhos etc). Contactar o Centro de Informação Anti-Venenos – CIAV Telefone: 808 250143
Primeiros Socorros: Lave com água salgada. Remova quaisquer tentáculos e partes que produzam ardor. Proteja a área afectada, se possível. Ensope a área com uma solução de vinagre e água (1/2 vinagre e 1/2 água) durante cerca de trinta minutos para remover quaisquer tentáculos que tenham permanecido no local. Enxagúe a área e ensope novamente com mais vinagre na proporção de 1/2. Aplique um creme que contenha um analgésico, um anti-histamínico e um corticosteróide.
Antes de chamar o CIAV, determine o seguinte:
O Centro de Informação Anti-Venenos fornecerá as orientações quanto à necessidade de hospitalização do paciente, e qualquer procedimento de primeiros socorros que possam ser efectuados antes da chegada ao hospital.
Expectativas (prognóstico): Apesar de ser doloroso, as picadas geralmente não são graves e muito raramente são fatais.
Biologia:A Caravela Portuguesa é um Cnidário da família Porpitidae, um parente das comuns alforrecas que abundam nas nossas águas. Atinge cerca de 4 a 5 cm de diâmetro. Tem uma cor arroxeada que a torna muito fácil de reconhecer sobretudo associado a sua visível crista em forma de vela, que o animal utiliza para se deslocar ao sabor do vento, colocada sobre um flutuador discoidal.
Pode provocar fortes queimaduras pelo contacto directo resultante dos milhares de pequenos “Arpões” ou Nematocistos que o animal utiliza como meio de defesa contra potenciais ameaças. É mais comum em alto mar e sobretudo nas águas mais quentes do Oceano pacífico, presume-se que chegaram às nossas costas atravessando o Oceano Atlântico através da corrente do Golfo Estes pequenos seres, ainda pertencentes ao Plâncton, não têm possibilidade de contrariar as correntes marinha pelos seus próprios meios, pelo que não constituem nenhuma ameaça a todos aqueles que tomarem as precauções mínimas: – Observar a água quando estão a nadar e caso encontrem algum exemplar arrojado na praia, não lhe toquem e sobretudo instruam as crianças nesse sentido.
Há notícia do aparecimento de dois exemplares na Praia do mar da Foz do Arelho, mas nenhuma na Lagoa de Óbidos. A rara ocorrência destes animais nas nossas costas, não deve ser tomada como preocupante, mas apenas como mais uma manifestação de que o Planeta Terra está a mudar. As premissas que durante milhões de anos regeram a natureza, começaram a alterar-se a um ritmo alucinante, resultante de uns míseros dois séculos de actividade industrial humana. Com este facto, sim, devemos preocupar-nos.






as alforrecas sao uma porcaria
vi uma esta semana na praia do cabo mondego na figueira da foz
EU ACHO QUE NAO E VERDADE QUE SE MORRA MAS ENFIM MKJKH
adoro alforrecas